Maio, mês de Maria

Ao olharmos para a Palavra que nos diz que o anjo apareceu a uma virgem, menina ainda, que com um sim permitiu que Deus realizasse seu plano de salvação, não compreendemos exatamente o que aconteceu naquela pequena cidade da Galileia.

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Qual a origem da Devoção Mariana? Entenda melhor

Quando começou a Devoção Mariana? A pergunta é legítima. E a resposta é imediata e segura: a devoção à Maria começou com o próprio cristianismo. Observemos os fatos. Entremos na pequena Casa de Nazaré, a casa das nossas origens e das nossas primeiras memórias. Eis o que encontramos: o Anjo Gabriel, mandado por Deus, aparece à Maria e lhe diz: "Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo!" (Lc 1, 28).

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O músico pode separar sua vida pessoal do seu ministério?

"É preciso entender o que é essa separação da vida pessoal do ministério, porque a minha vida precisa ser regida pelo meu ministério por fazer parte da minha vivência. Assim como Deus, pois Ele não está só na minha vida pessoal e depois Ele está no meu ministério, é um todo. Deus rege todas as partes da nossa vida.

Como deve se comportar um ministro de música?

O ministro de música é aquele que está à frente de um grupo ou de um ministério. Assim como, nos países democráticos, há o Ministro da Defesa, da Agricultura, do Trabalho, entre outros, que discursam, legislam e atuam em favor do povo e não de si mesmos, deixando em segundo plano seus interesses pessoais em prol da defesa e dos direitos e deveres do cidadão, o mesmo acontece com os ministros de música, designados pelo próprio Deus a exercer seu ministério, sendo voz do Senhor para o povo.

São Paulo, em sua carta aos Coríntios diz que “Não damos a ninguém motivo de escândalo, para que o nosso ministério não seja desacreditado. Pelo contrário, em tudo nos recomendamos como ministros de Deus, por uma constância inalterável, em tribulações, necessidades, angústias, açoites, prisões, tumultos, fadigas, vigílias, jejuns, pela sinceridade, conhecimento, paciência, bondade; pelo Espírito Santo, pelo amor sincero” (II Cor 6,3-4 ). Por isso todo aquele que está à frente de qualquer ministério deve ser coerente com o que é ensinado pela Igreja, seja no modo de se vestir, seja no modo de agir, assim como na vivência dos princípios cristãos, tanto dentro quanto fora da igreja, pois quer queira ou não o músico é tido como exemplo. Não sejamos motivo de escândalo a ninguém, pois somos "ministros de Deus", falamos em nome d'Ele, precisamos assumir que somos ministros do Senhor tendo essa identidade. Representamos Jesus no campo da música e fomos investidos do poder d'Ele para executar a música aonde Ele nos quiser enviar e nos fazer embaixadores d'Ele. Somos escolhidos para fazer a vontade de Deus e não a nossa, pois o Senhor nos escolheu por primeiro (cf. Jo 15,12-17). É Deus quem nos escolhe, nos separa e nos capacita para sermos amigos e servos d'Ele. A partir disso, somos revestidos pelo poder do Altíssimo. E por que somos revestidos? Porque estamos em combate, pois “As armas do nosso combate não são carnais” (II Cor 10,4-5).

Como diferenciar a voz de Deus da voz do mundo?

Como discernir se é realmente Deus que nos fala? Como separar a voz de Deus de nossas próprias inclinações? Como separar o que vem de Deus e o que procede de nossa vontade carnal? Como descobrir se estou sendo influenciado pela voz do espírito humano ou pelo espírito maligno? Como separar estes três tipos de sopros que podem existir dentro de nós?

É muito importante para o músico saber separar estes três tipos de sopros, pois então deste modo ele estará executando realmente um canto vindo do coração de Deus. [...]

O modo mais eficaz para ter discernimento é sendo íntimo de Deus. Se fôssemos íntimos de Deus, descobriremos facilmente a Sua voz e a saberemos diferenciar de todas as vozes que gritarem ao mesmo tempo querendo nos influenciar e dirigir.

Muitas vezes, servimos e não sabemos o que Deus quer, pois não O buscamos na oração, não treinamos nossos sentidos espirituais para escutar a voz d'Ele.Isso é discernimento: Discernimento é saber diferenciar a voz de Deus da voz do mundo.

É difícil para o músico escutar, a maioria é dispersiva. Na hora em que o Senhor quer falar, muitas vezes, ele está afinando o instrumento ou cochilando. Grande parte dos músicos, no momento da escolha das músicas, em vez de escutar o Senhor, prefere seguir seu gosto musical, deixando assim de apresentar o que o Senhor quer. Satisfazem o desejo humano e atrapalham a obra de Deus Pai.

O músico precisa ficar atento, escutando com amor amor as palestras, com os sentidos espirituais aguçados para a letra das canções, estando prontos para apresentar o canto certo no momento certo. Isso só acontecerá se ele [músico] se tornar íntimo de Deus, se não se deixar levar pelos impulsos da emoção.[...]

O servo de Deus na música que procura o discernimento saberá trabalhar eficientemente com os carismas. Saberá usar os dons de Deus de acordo com o que Ele quer. Não adianta sermos instrumentos de cura divina se não temos o discernimento. Não adianta termos um dom de pregar que deixe todos suspensos, se não usarmos este dom com discernimento; ele fará mais males do que bem. O dom divino, quando usado sem discernimento, mais atrapalha do que ajuda, mais destrói do que constrói. Basta que olhemos um pouco para o início da nossa conversão: no afã de fazermos com que nossos parentes e amigos experimentassem a Deus, em vez de os convertermos nós os espantamos e criamos barreiras para Deus entrar, barreiras estas que talvez persistam até hoje. Nossa falta de discernimento quanto ao uso dos dons no início da nossa conversão pode ter feito mais estragos que pensamos. [...]

Existem muitos ministérios que não fizeram uma parada séria para saber o que Deus quer deles. Fazem toda uma programação anual sem consultar o Senhor. Escolhem suas atividades segundo suas vontades. Tocam e cantam a música divina sem ligar para o Autor delas. Reúnem-se para ensaiar e nem lembram de buscar a oração, o que é mais necessário: a presença de Deus. Existem muitos ministros de músicas causando mais confusão do que construindo um canto cristão ordeiro e frutuoso.Por isso é preciso que todo aquele que serve a Deus na música pare um pouco.

Pare! Faça uma reflexão a respeito de sua vida de intimidade com o Senhor. Faça também um retiro espiritual com todo o seu conjunto musical cristão sobre sua programação, seu objetivo de vida, seu serviço na Igreja. Busque o discernimento para sua vida pessoal para o serviço comunitário.

Comece agora, antes que seja tarde!

Por Nilton Júnior, membro da Comunidade Pantokrator

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