As drogas, o álcool e a humanidadesite1
 
 As drogas e o álcool têm destruído a vida do ser  humano. 
Nunca se viu tantas mortes, suicídios e destruição de famílias por causa de uma substância, como neste século.
O crescimento é gradativo no decorrer dos anos, atingindo crianças, adolescentes, jovens e adultos.
Infelizmente, a sociedade ainda não tomou consciência dessa doença que atinge milhares de pessoas; lidam com ela como se fosse algo natural, sendo que muitos dos dependentes químicos iniciaram o uso do álcool em suas próprias casas, juntamente com seus familiares -  bebendo com os pais, ou tomando restos de bebidas deixados em copos nos finais de festas, ou por simplesmente terem visto seus pais bebendo por qualquer motivo: para comemorar algo,  relaxar,   passar a raiva, ou amenizar os problemas...
A maior parte dos pais só dão conta do estrago quando o seu ente querido já está muito doente. A recuperação começa a ser algo quase impossível aos olhos humanos e a família adoece junto... a dor, a tristeza e a discórdia passam a fazer companhia.
As famílias não buscam prevenção, não levam Deus para suas casas. Dão vacina em seus filhos para tantas coisas e esquecem-se de prevenir da pior de todas as doenças - a dependência química. Apresentam o vício a seus filhos como felicidade e Deus como obrigação!
É incrível quando você diz a um pai que gosta de beber sua cervejinha para "relaxar" que ele precisa parar, ou evitar beber perto de seu filho recém saído da clinica de recuperação, que a Espiritualidade deve ter prioridade, que  beber perto de um filho pequeno é mau exemplo; tal pai entra em parafuso, burla a si mesmo e a maior parte das vezes prefere arriscar e não sacrífica o que ele diz ser apenas beber socialmente...
Ah! Se as pessoas entendessem que exemplos falam mais alto que mil palavras, que um sacrifício feito por um filho vale mais do que milhões gastos em clínicas de recuperação ou psicólogos, que levar o verdadeiro Deus para casa não é endeusar o álcooltudo seria tão diferente, teríamos menos crimes, acidentes, divórcios, crianças abandonadas e certamente muito mais pessoas felizes!
Que tal  sermos nós os diferentes? Vamos fazer nossa parte, a começar por nossas famílias e depois pelos mais próximos, dando exemplos a serem  seguidos, levando o amor de Deus para nossos lares, dando testemunho que para se divertir não é preciso beber, ou usar drogas, mas que ao  optarmos mudar nosso jeito de comemorar as coisas e  rever nossas atitudes, teremos, sim,  um mundo melhor! 
Seu comentário é muito importante para nós