Onde mora a Dona Felicidade?

É chegado o final de mais um ano, momento de parar e fazer reflexões de como  vivemos o ano que passou, será que cumprimos com o planejamento que fizemos no ano passado?

Algumas coisas fizemos,  outras passaram despercebidas, algumas temos protelado há anos e ainda não conseguimos cumprir... 

Não cumprimos porque atropelamos as coisas, vivemos no automático,  não olhamos para dentro de nós, temos sede de sermos felizes. Mas onde mesmo mora a Dona Felicidade? Dentro de nós! É lá que ela mora. Mas, como fugimos de nós mesmos, não a encontramos!

Esta época é propícia para um momento de reciclagem: perdoar e amar a si mesmo e também perdoar  a família, aquela pessoa que mais te ofendeu, o mundo, a vida...

A falta de perdão é a maior pedra de tropeço que podemos encontrar e impede o caminho da felicidade.

Em uma de suas reflexões o Papa Francisco falou que: “ o perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e alforria do coração. Quem não  perdoa, não tem paz na alma, nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente “Como podemos ver, a falta de perdão nos mata aos poucos, nos faz pessoas amargas, tristes, vingativas, invejosas, ciumentas, orgulhosas e infelizes.

Perdoar não é fácil, ainda mais quando temos certeza de que estamos certos, mas será que em meio ao ódio e  mágoa existe certo ou errado? 

Perdão não é um sentimento, mas uma atitude, um  mover-se. É a atitude de sair de si mesmo, deixar de lado o desejo de vingança e auto piedade e perceber que por detrás do mal que vemos no outro esconde-se um ser humano, uma história. E tal como Jesus nos dá uma nova chance ao amanhecer de cada novo dia, devemos nós também dar uma nova oportunidade para o outro e para nós mesmos... Não apenas uma, mas tantas quantas forem necessárias, não porque somos bons, mas porque não sabemos se teremos outro final de ano para buscar a felicidade escondida.

Ame a vida e faça dela um trampolim para a felicidade. O amanhã pode não existir e o peso da mágoa pode nos impedir e pesar na caminhada da vida, uma vez que nada levamos quando morremos, exceto o amor que aqui doamos e recebemos.

Por Rosângela Almodova, missionária da Comunidade Deus Proverá

Amizade - Doação e alegria

Em se tratando de amizade, a Bíblia nos mostra a seguinte passagem "quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro"! Essa é uma passagem maravilhosa, principalmente quando se fala na amizade que se doa. A amizade quando verdadeira torna o fardo leve, porque há uma doação e nesta doação uma alegria completa.

Leia mais...

A codependência

A dependência química tem invadido milhares de lares sem distinção de classe social deixando familiares desestruturados, perdidos e desesperados. Assim desenvolveremos uma doença chamada codependência.

Leia mais...

As drogas, o álcool e a humanidade.

As drogas, o álcool e a humanidade    As drogas e o álcool têm destruído a vida do ser  humano.  Nunca se viu tantas mortes, suicídios e destruição de famílias por causa de uma substância, como neste século. O crescimento é gradativo no decorrer dos anos, atingindo crianças, adolescentes, jovens e adultos. Infelizmente, a sociedade ainda não tomou consciência dessa doença que atinge milhares de pessoas; lidam com ela como se fosse algo natural, sendo que muitos dos dependentes químicos iniciaram o uso do álcool em suas próprias casas, juntamente com seus familiares -  bebendo com os pais, ou tomando restos de bebidas deixados em copos nos finais de festas, ou por simplesmente terem visto seus pais bebendo por qualquer motivo: para comemorar algo,  relaxar,   passar a raiva, ou amenizar os problemas... A maior parte dos pais só dão conta do estrago quando o seu ente querido já está muito doente. A recuperação começa a ser algo quase impossível aos olhos humanos e a família adoece junto... a dor, a tristeza e a discórdia passam a fazer companhia. As famílias não buscam prevenção, não levam Deus para suas casas. Dão vacina em seus filhos para tantas coisas e esquecem-se de prevenir da pior de todas as doenças - a dependência química. Apresentam o vício a seus filhos como felicidade e Deus como obrigação! É incrível quando você diz a um pai que gosta de beber sua cervejinha para "relaxar" que ele precisa parar, ou evitar beber perto de seu filho recém saído da clinica de recuperação, que a Espiritualidade deve ter prioridade, que  beber perto de um filho pequeno é mau exemplo; tal pai entra em parafuso, burla a si mesmo e a maior parte das vezes prefere arriscar e não sacrífica o que ele diz ser apenas beber socialmente... Ah! Se as pessoas entendessem que exemplos falam mais alto que mil palavras, que um sacrifício feito por um filho vale mais do que milhões gastos em clínicas de recuperação ou psicólogos, que levar o verdadeiro Deus para casa não é endeusar o álcool; tudo seria tão diferente, teríamos menos crimes, acidentes, divórcios, crianças abandonadas e certamente muito mais pessoas felizes! Que tal  sermos nós os diferentes? Vamos fazer nossa parte, a começar por nossas famílias e depois pelos mais próximos, dando exemplos a serem  seguidos, levando o amor de Deus para nossos lares, dando testemunho que para se divertir não é preciso beber, ou usar drogas, mas que ao  optarmos mudar nosso jeito de comemorar as coisas e  rever nossas atitudes, teremos, sim,  um mundo melhor! 

Ciência confirma: casamentos duradouros dependem de 2 fatores

Mesmo com o alto número de divórcios, as pessoas continuam se casando. Só no "mês das noivas" dos Estados Unidos (junho), a média é de 13 mil casamentos.

Porém, dos milhares de casais que começam uma vida juntos, muitos não são capazes de manter a relação por muito tempo. Pense, por exemplo, na quantidade de amigos seus que já foram casados e hoje estão divorciados.

Levando tudo isso em consideração, John e Julie Gottman, um casal de psicólogos, fizeram um amplo estudo com casais para compreender os principais motivos do sucesso ou fracasso dos seus casamentos.

As conclusões do estudo podem até lhe parecer óbvias, mas servem de alerta para aspectos que merecem mais atenção no relacionamento.

Leia mais...

Sub-categorias

  1. Qualidade de vida
  2. Sociedade